domingo, 13 de julho de 2008

A fábula do vidro e do tijolo
pela vidraça vê-se o muro
vê-se furosno paladar!
não há o que se esconda
e se oponhaà dor de fronha
e a amores de chafarizé tudo tão caro
que o metal não pode pagar
beijara teus tijolos
e ainda trazia na línguaos esporos alheios
enganando-se cotidiano
e os olhos secos se fecham
na esperança da chuva
da fonte na praça central.

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